Produções mais recentes

Soneto hediondo

Blindar parlamentares na Câmara ou no SenadoRequer acordos bem sujos na lavanderia do poder.Cargos, propinas e salários ofertadosPara se obter o selo de Foro Privilegiado. Esses entulhos denominados discursos que saem da vozde representantes do povo e da democracianada mais são que um exemplo atrozde uma fossa de interesses e uma verdade vazia.

Solar

Mochilar é reconectaro período jurássicoÁfrica, Caatinga, MadagascarPedras trilhas sonhosDaquele tempoFantásticoSe cantavaSe amavaSe iaSe voltavaEra ainda diaNesse álbumde alforria. Mochilar é enfrentarDe caraO ócio magnéticoDa poltronada salaLiquidificador elétrico net-in flix ivelDar a voltaVer o mundoSolarSubir à GlóriaDescer ao valeMinha vidaMinha história

Leão do Norte

No tempo que bebia vento me alimentava Com postas de sol conheci Recife A Boa Viagem foi o passaporte para eu entender de vez o Leão do Norte A escultura em barro das jubas psicodélicas e bundas vazias de Tracunhaém permaneceram na memoria Bandeira foi pra pasárgada Chico Science pro manguebeat Lenine não foi ainda Mas todos tinham razão: "o nada precisa de  explicação " Vejam: A batalha dos Guararapes foi um corte em tudo o que é linear Porisso Levo pra casa...

O charlatão e o arco-íris

O charlatão vendia projetos tecnológicos que prometiam chover, mas não chovia mas enganou cem gentes. O espertalhão falava pelos cotovelos e prometia um amanhecer, mas não amanhecia e enganou mil gentes O canastrão negociava seus planos que podiam ser comprados em 10 vezes sem juros

Carnaval Filosófico

borboletas amarelas
Era uma terça-feira de cinzas sob o clima amazônico.  Sarges, o Turista Encarnado, ia como de costume, em feriados prolongados, à comunidade rural dos Hare-Krishnas, em Ananindeua. Era um misto de não gostar de carnaval, pouca grana e uma vontade de transcender, fazer algo diferente do que fazia a manada seguidora dos ‘treme-terras’ nas noites carnavalescas do Pará. Lá,...

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